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terça-feira, 17 de maio de 2011

Quase que à primeira vista.

Já se passou algum tempo desde que eu o conheci. Simpático e de riso fácil. Essa foi a minha primeira impressão dele. Apesar disso, não imaginava que iríamos conversar tanto e achar tantas coisas em comum. Ainda bem que eu estava enganada.
Conversamos dia após dia, semana após semana e a medida que o tempo passou, ficamos cada vez mais próximos, íntimos. E sem saber onde isso iria dar, criei involutariamente um carinho muito grande por ele. Sim, criei! E não tenho vergonha nenhuma em assumir isso. É impossível não se apaixonar por ele. O jeito como fala, como envolve minha cintura com ambas as mãos e me lança um olhar, um olhar que só ele tem. Um olhar doce, calmo e que pede, implora, suplica por sinceridade. Um olhar que acalma e trás uma paz inconfundível. E ao me lançar esse olhar - que me derrete por completo -, ele ainda não satisfeito, esboça um sorriso largo nos lábios. Quando isso acontece, ele sabe que me tem nas mãos. Já tentei de algumas maneiras dizer à ele o quão ele é especial e o quão eu gosto de estar com ele. Não sei se adiantou ou se ele percebeu a cor que trás para o meu mundo. Mas quando ele vem... Ah, quando ele vem, fica tudo mais colorido, tudo parecendo mais real e vivo só por sentir esse coração bater mais rápido.